Quando comecei a escrever, achava que tinha sido abençoada com um dom. Hoje, ainda acredito que a escrita seja um dom, mas assim como qualquer profissão, exige trabalho árduo e dedicação. E sim pode ser aprendido e aperfeiçoado.
Ser escritor não é fácil. Não se resume a sentar e escrever.
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Sempre tive esta dúvida, será que você meu querido amigo escritor, olha o mundo com os mesmos olhos que eu olho? E em cada situação uma perspectiva diferente?
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Obviamente eu sei que cada um de nós tem uma perspectiva real ou imaginaria do mundo a sua volta. Às vezes chega a ser chato, avaliar tudo e todos, é algo automático. Que acontece sem que possamos dar conta.
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Eu li em um livro que você não esquece quem você ama, mas que o amor apenas adormece ou você aprende a viver com aquele sentimento. Eu prefiro acreditar que assim como a borboleta que nasceu de uma transformação, ele também se transforma, porque nesta vida nada se perde.
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Guardo dentro do peito todos os grandes amores de minha vida, mesmo aqueles que por algum motivo tive que deixar para trás com raiva e dor. A Vida às vezes nos leva a andar por caminhos que antes nem imaginávamos passar.
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Quando você vive buscando mostrar seu valor, as coisas se tornam pesadas. Até o mais simples se torna ultrapassado e te cansa. Confesso que eu tinha essa necessidade de mostrar para as pessoas que eu sabia fazer, que eu era capaz. A necessidade de provar o meu valor era grande e me angustiava quando sentia que não era reconhecida.
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Hoje, cansada dessa atitude e consciente do meu valor, não me importo mais com o que as pessoas pensam ou falam de mim. Aprendi que, independentemente do que eu faça, haverá sempre alguém falando e, às vezes, esperando de mim o pior. E está tudo bem. Eu sei quem eu sou.
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O amor e a saúde mental são dois aspectos intrinsecamente ligados da nossa existência. O amor, em todas as suas formas, tem o poder de curar, confortar e fortalecer. No entanto, é crucial lembrar que o amor por si mesmo é tão importante quanto o amor que temos pelos outros.
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Cuidar da nossa saúde mental é uma forma de amor próprio. Isso significa reconhecer e validar nossos sentimentos, buscar ajuda quando necessário e praticar a autocompaixão. É criar um espaço seguro dentro de nós mesmos, onde podemos descansar, refletir e recarregar.
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Em meio à agitação do mundo moderno, é fácil sentir-se desconectado – desconectado de nós mesmos, dos outros e do mundo ao nosso redor. No entanto, quando nos permitimos abrir para a arte da conexão, descobrimos que algumas interações são mais do que simples encontros casuais; são verdadeiros remédios para a nossa vida.
A conexão vai além de meras palavras trocadas ou encontros superficiais. É uma troca de energia, uma dança delicada de almas que se encontram e se reconhecem. Quando nos conectamos verdadeiramente com alguém, seja um amigo de longa data ou um estranho que acabamos de conhecer, experimentamos uma sensação de plenitude, de pertencimento, que nos enche de calor e alegria.
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Às vezes, a vida nos apresenta obstáculos que parecem intransponíveis. São como muralhas imponentes, erguidas diante de nós, desafiando nossa determinação e força interior. É fácil sentir-se desencorajado quando nos deparamos com adversidades aparentemente insuperáveis. No entanto, é nos momentos em que nos sentimos mais isolados e desamparados que descobrimos a verdadeira profundidade de nossa resiliência e coragem.
Seguir em frente além do obstáculo é mais do que uma simples escolha; é uma demonstração de nossa fé em nós mesmos e em nosso potencial para superar qualquer desafio. Não importa quantos “nãos” recebemos pelo caminho, nem quantas portas parecem se fechar diante de nós. Cada obstáculo, cada recusa, é uma oportunidade para crescer, aprender e nos fortalecer.
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O crescimento desenfreado é como uma planta que cresce tão rápido que suas raízes não conseguem acompanhar, levando-a eventualmente ao colapso. No mundo dos negócios, empresas muitas vezes caem na armadilha desse tipo de crescimento, que pode levar à sua falência.
É fácil se deixar seduzir pela ideia de expansão rápida e exponencial. À medida que os lucros aumentam e os negócios prosperam, a tentação de expandir para novos mercados, lançar produtos adicionais ou adquirir concorrentes pode ser irresistível. No entanto, esse crescimento sem controle pode levar a uma série de problemas.
Primeiro, a qualidade muitas vezes é sacrificada em nome da quantidade. Os padrões são reduzidos, os processos tornam-se caóticos e a satisfação do cliente diminui. Isso pode resultar em uma perda de reputação e confiança no mercado, minando a base sobre a qual a empresa foi construída.
Além disso, o crescimento desenfreado muitas vezes vem acompanhado de um aumento desproporcional nos custos operacionais. As despesas aumentam, os recursos são esticados até o limite e a empresa se encontra em uma situação de fluxo de caixa negativo. Sem uma base sólida para sustentar seu crescimento, a empresa fica vulnerável a choques econômicos e financeiros.
Para evitar o colapso devido ao crescimento desenfreado, as empresas precisam adotar uma abordagem mais equilibrada e sustentável. Isso inclui:
- Planejamento estratégico: Antes de buscar o crescimento, é essencial ter um plano claro e realista. Isso envolve avaliar cuidadosamente as oportunidades de mercado, entender as necessidades dos clientes e identificar os recursos necessários para sustentar o crescimento.
- Foco na qualidade: Em vez de buscar o crescimento a qualquer custo, as empresas devem priorizar a qualidade em todos os aspectos de seus negócios. Isso inclui produtos, serviços, atendimento ao cliente e processos internos.
- Controle financeiro: É crucial manter uma gestão financeira sólida e prudente, mesmo durante períodos de crescimento rápido. Isso envolve monitorar de perto os custos, gerenciar o fluxo de caixa e evitar o endividamento excessivo.
- Crescimento orgânico: Em vez de se expandir rapidamente através de aquisições ou lançamentos de novos produtos, as empresas podem optar por um crescimento mais gradual e orgânico. Isso permite que construam uma base sólida e sustentável antes de buscar oportunidades de expansão.
Em resumo, o crescimento desenfreado pode parecer atraente à primeira vista, mas pode levar ao colapso se não for gerenciado com cuidado. Ao adotar uma abordagem mais equilibrada e sustentável, as empresas podem evitar os riscos associados ao crescimento rápido e construir um futuro mais sólido e promissor.
Até a próxima!
Marciana Lima
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No mundo corporativo, muitas vezes nos vemos imersos em uma cultura que promove a competição desenfreada, onde cada indivíduo é incentivado a buscar seu próprio sucesso a qualquer custo. No entanto, é importante lembrar que a verdadeira mágica reside na colaboração entre colegas.Imagine uma orquestra onde cada músico toca apenas para si, sem se importar com os outros instrumentistas. O resultado seria uma cacofonia de sons desconexos. Agora, pense nessa mesma orquestra, mas com cada músico ouvindo atentamente os outros, ajustando seu ritmo e tom para criar uma harmonia sublime. Essa é a mágica da colaboração.
No ambiente corporativo, quando nos apoiamos e valorizamos as habilidades uns dos outros, criamos um ambiente propício para a inovação e o crescimento. Ao invés de nos enxergarmos como concorrentes, podemos nos ver como peças de um mesmo quebra-cabeça, cada uma contribuindo com sua singularidade para alcançar um objetivo comum.
Eu já vi vários gestores gerarem as famosas competições supostamente saudáveis, e que no fundo de saudáveis não tem nada. O ambiente acaba por ficar pesado e o que poderia ser uma colaboração mutua acaba levando a competições muitas vezes desenfreada onde um enxerga o outro como um adversário disposta a tudo para ganhar. Mas uma empresa que se prese verá que esta atitude é equivocada e poderá gerar prejuízos para a empresa.
A verdadeira força de uma equipe não está na individualidade de seus membros, mas sim na sinergia que surge quando trabalham juntos em prol de um propósito compartilhado. É hora de reconhecermos que a mágica da colaboração é a chave para o sucesso sustentável no ambiente corporativo.
Pense nisso!
Até a próxima.
Marciana!